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Newsletter semanal de negócios sobre Portugal e a China
03/2016
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Banco de Portugal relança processo de venda do Novo Banco in RTP
Português desenha hotel para homem mais rico da China in Diário de Notícias
Chineses sugerem documentação provisória nos "Vistos Gold" in Notícias ao Minuto
Designer Portuguesa premiada em Xangai in Expresso
Exportações Chinesas caíram 1,8% em 2015, mas ainda há superavit in Dinheiro Vivo
China impulsiona bolsas e matérias primas in Jornal de Negócios
China cresce dentro do previsto em 2015 in UOL
Investimento chinês no estrangeiro subiu 14,7% em 2015 in Notícias ao Minuto
China quer explorar lado negro da lua in Observador
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Curso CCILC - Sala d´aula "Mandarim A1-1"  AQUI
Seminário "Investir em Moçambique"| 21 Janeiro AQUI
Webinars 2016 - Bruxelas | 26 Janeiro AQUI
Business Challenges in China, E-commerce and Intelectual Property Rights | 28 Janeiro AQUI
Conferência EU-China: China´s New Normal: What´s in it for Businesses | 28 Janeiro AQUI
Almoço com o Sra. Embaixadora e Chefe da Missão da China na UE | 3 Fevereiro AQUI
China International Organic and Green Food Industry Expo 2016 | 14-16 Abril AQUI
LPS Beijing 2016 – Feira de Imobiliário de Luxo | 22-24 Abril AQUI
XIII Feira Internacional das PME na China | 10-13 Outubro AQUI
Hamburg Summit: China meets Europe | 20 Outubro AQUI
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Fidelidade entra na bolsa Chinesa

A seguradora Fidelidade tornou-se a primeira empresa portuguesa a ter exposição directa ao mercado de capitais chinês, após ter recebido uma quota de 700 milhões de dólares para investir nas bolsas de Xangai e de Shenzhen.

Trata-se de uma quota superior à atribuída a "tubarões" como o Morgan Stanley, JP Morgan e Goldman Sachs, também autorizados a investir no mercado chinês através do mecanismo Qualified Foreign Institutional Investor (QFII). Aquele programa, criado em 2003, permite a um grupo restrito de entidades estrangeiras investir em ‘A Shares' denominadas na moeda chinesa (yuan) e compreende 81,1 mil milhões de dólares em capital.

Leia a notícia na íntegra in Económico

BAII inicia atividade com Portugal como um dos fundadores

O Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas (BAII), a primeira instituição financeira internacional proposta por Pequim, entrou hoje em funcionamento. Proposto pelo Presidente chinês, o BAII é visto em Washington como uma reação da China ao que considera o domínio norte-americano e europeu na ordem financeira internacional.

O arranque da actividade do banco foi assinalado com uma cerimónia em Pequim em que esteve presente o Presidente chinês, Xi Jinping e representantes dos 57 países fundadores, entre os quais, Portugal, com uma participação de cerca de 13 milhões de dólares.

Leia a notícia na íntegra in Económico

Guiné Bissau começa a preparar reunião China-CPLP

O secretariado técnico que irá preparar o encontro de empresários da China e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a decorrer dias 9 e 10 de Abril próximo em Bissau, foi empossado sábado em cerimónia ocorrida na capital guineense.

O encontro visa reunir as comunidades de negócios da China, da Região Administrativa Especial de Macau e dos países da língua portuguesa para, em conjunto, os seus representantes discutirem questões de interesse mútuo e estabelecerem contactos empresariais.

Leia a notícia na íntegra in Macauhub

Fosun consolida liderança nos seguros em Portugal

A Fidelidade reforçou a liderança no sector segurador português no ano passado. A seguradora que foi adquirida pelo Grupo Fosun, em Maio de 2014, viu a sua quota crescer para 30%, em termos globais, apesar de até ter assistido a uma quebra anual da sua produção total, em sintonia com grande parte do sector.

Em 2015, a Fidelidade emitiu um total de 3,8 mil milhões de euros em prémios de seguros, considerando a actividade nacional e no estrangeiro. Este montante fica aquém dos cerca de 4,1 mil milhões de euros da produção registada no exercício anterior. Mas, em termos práticos, reflectiu-se num acréscimo de quota, com esta a passar de 28,2%, em 2014, para 30,1% no ano passado.

Leia a notícia na íntegra in Económico

Investimento estrangeiro na China subiu 5,6% em 2015

O investimento direto estrangeiro (IDE) na China subiu 5,6% em 2015, face ao ano anterior, para 126,3 mil milhões de dólares, à medida que o setor dos serviços se expandiu, contrariando o abrandamento da economia chinesa. Os números, revelados hoje pelo Ministério do Comércio chinês, supõem uma expansão três vezes superior à alcançada em 2014 – 1,7%.

O capital externo foi um elemento chave do trepidante crescimento da China nos últimos 30 anos – uma média anual de quase 10% – mas à medida que o país amadurece tornou-se também um importante emissor de investimento. Só em Portugal, por exemplo, a China ejetou mais de 10 mil milhões de euros desde 2012, mas os dados atualizados sobre o investimento chinês além-fronteiras só serão atualizados mais tarde, avançou o ministério.

Leia a notícia na íntegra in Observador

China procura aumento da competitividade de exportação

A exportação tem sido um dos principais motores do rápido desenvolvimento da economia chinesa. No entanto, enquanto a economia nacional se transforma, a exportação do país começou a cair. Os dados das alfândegas indicaram que nos primeiros 11 meses de 2015, o valor total de importação e exportação foi de 22,08 trilhões de yuans, uma queda de 7,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. E no caso da exportação, o valor reduziu 3,7%, em 1,25 trilhões de yuans. Essa cifra caiu cinco meses consecutivos. 

Nessas circunstâncias, na recente reunião regular do Conselho de Estado da China, foi discutido a criação de um lote de zonas piloto de comércio eletrônicos transfronteiriços, com o objetivo de pleitear um novo suporte para o comércio exterior.

Leia a notícia na íntegra in CRI

China e EUA: Os maiores emissores mundiais de turistas 

Individualmente, China, Estados Unidos e Reino Unido se destacaram em 2015, segundo a OMT, em emissão e gastos de turistas internacionais no mundo. A China continua a liderar mundialmente o envio de viajantes a outros países, beneficiando principalmente destinos asiáticos, como o Japão e a Tailândia, mas também os Estados Unidos e a Europa.

Já países como a Rússia e o Brasil entraram nos destaques negativos do ano devido à queda no gasto de turistas no exterior. O motivo: a crise nos dois países, com a desvalorização de suas moedas.

Leia a notícia na íntegra in Panrotas

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