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Newsletter semanal de negócios sobre Portugal e a China
34/2016
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Arquitectos portugueses acrescentam criatividade à rápida urbanização da China

Só em Pequim, Tiago estima que, atualmente, haja “pelo menos dez arquitectos portugueses”, entre um universo total de 130 cidadãos de Portugal radicados na capital chinesa. Em Xangai, a mais cosmopolita metrópole do país, situada na foz do rio Yangtse, “haverá ainda mais”, diz.

Fruto da carência de profissionais criativos formados no país, a arquitectura é a área que traz mais quadros portugueses ao país. “A China falha muito em termos de ‘design’. Os chineses não são conhecidos pela capacidade criativa e os estrangeiros preenchem essa lacuna”, explica Tavares.

Por outro lado, o arquitecto de 32 anos parece rendido à capacidade dos colegas locais em “executar”.

“É algo em que dou valor à China. Não haverá na História um país que se tenha urbanizado ao mesmo ritmo, que tenha tido uma capacidade de resposta tão rápida para o fluxo migratório que houve”, realça.

Mais informações em Ponto Final

Qualidade dos lacticínios “melhorou” mas desconfiança mantém-se

A qualidade dos lacticínios chineses “melhorou substancialmente”, garantiu uma associação ligada ao sector. Apesar disso os consumidores chineses mantêm-se desconfiados e continuam a dar preferência aos produtos importados. Presente na memória ainda está o episódio do leite contaminado que em 2008 abalou a China e vitimou várias crianças.

Em Lisboa, por exemplo, a passagem de navios da marinha chinesa, em 2013, deixou farmácias e parafarmácias de prateleiras vazias, após os marinheiros chineses comprarem todo o leite em pó para bebés que encontraram, chegando a provocar rupturas no stock.

Desde 2014, a China autoriza 31 empresas portuguesas a exportar os seus lacticínios para o país.

Mais informações em Hoje Macau

Chineses contratados para mais €163,5 milhões em obras públicas em Angola

O Governo angolano adjudicou a empresas chinesas, por despachos do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, mais cinco obras públicas, por 163,5 milhões de dólares (144,3 milhões de euros), investimento financiado pela Linha de Crédito da China (LCC).

Até ao momento, foram adjudicadas pelo Governo angolano a empresas chinesas, desde maio, pelo menos 74 empreitadas públicas, no âmbito da LCC, ascendem já a mais de 3.955 milhões de dólares (3.490 milhões de euros).

Mais informações em Expresso

Londres afasta Pequim de nova central nuclear

May adiou um projeto de 18 mil milhões de libras (24 mil milhões de euros), que deveria produzir 3200 MW, o suficiente para seis milhões de casas (7% das necessidades do país). Se os franceses, pelo menos oficialmente, se mantêm calmos, os chineses tornaram público o seu desconforto. O embaixador chinês, Liu Xiaoming, escreveu no diário “Financial Times” que esta decisão poderia pôr em causa “a confiança mútua” e que “a abertura do Reino Unido às relações bilaterais com a China deve ser a base dessa confiança”, sobretudo no “momento incerto” que o país atravessa.

Mais informações em Expresso

EDP assina contrato para construir barragem no Peru

A EDP deu mais um passo para avançar com a construção de uma barragem no Peru num investimento de quase 400 milhões de euros. A Hydro Global Peru – empresa que a elétrica liderada por António Mexia criou em conjunto com a China Three Gorges, o seu maior acionista para o mercado peruano – assinou um contrato de concessão para o desenvolvimento do projeto de 206 megawatts na região de Puno, junto ao lago Titicaca, o maior lago em volume de água da América do Sul.

O investimento no Peru pode não ficar por aqui, já que o objetivo da EDP e CTG é olhar para mercados onde ainda não estão. O governo peruano tem em curso um plano de captação de investimento estrangeiro em várias áreas estratégicas como a produção de energia, sobretudo de barragens de média dimensão. A Egesg tem mais uma concessão para um projeto de 130 MW, o San Gaban IV.

A aposta representa um reforço da presença da EDP na América Latina e fora do Brasil, onde a empresa tem 51% da EDP Brasil, com vários ativos na área da produção, comercialização e também distribuição de eletricidade.

Mais informações em Dinheiro Vivo

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