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ISSN 2318-1958

Número 24, 25 de Agosto/2015

Contribuição do SciELO para a Globalização da Ciência [Publicado originalmente no blog "Perspectives", da Digital Science]

O SciELO foi criado no Brasil há cerca de duas décadas, quando os índices internacionais limitavam sua cobertura aos denominados periódicos mainstream, ignorando um universo de periódicos editados por publishers regionais, principalmente de países de língua não-inglesa. Tendo por objetivo aumentar a qualidade e visibilidade da pesquisa de classe internacional publicada nestes periódicos nacionais, revisados por pares, o SciELO rapidamente emergiu como um indexador e modelo de publicação por uma rede de 15 países, que inclui mais de mil periódicos e meio milhão de artigos, atendendo a mais de um milhão de downloads por dia. O SciELO contribui para a globalização da ciência e o enriquecimento cultural do fluxo internacional de informação científica. Este post, de autoria dos diretores do SciELO, foi originalmente publicado no blog do Digital Science, “Perspectives”. [Leia mais]

Destaques

Os impactos da migração para a plataforma ScholarOne® sobre o fluxo editorial em um periódico da área de humanas [Publicado originalmente no editorial do vol. 23 n. 54 na Revista de Sociologia e Política]
O texto discute resultados da racionalização de rotinas editoriais em um periódico científico. Desde que a Revista de Sociologia e Política passou a realizar o processo de arbitragem na plataforma ScholarOne®, uniformizou-se o tempo dispensado na tomada de decisões e aperfeiçoamos o trabalho dos avaliadores. Os indicadores revelam que a plataforma é eficaz para a profissionalização da atividade editorial. [Leia mais]
Gestão avançada da avaliação de manuscritos dominou o I Curso de Atualização SciELO-ScholarOne
Foi com o intuito de aperfeiçoar ainda mais o nível de profissionalização das equipes editorias dos periódicos SciELO que utilizam o sistema ScholarOne que nasceu a ideia do I Curso de Atualização SciELO-ScholarOne, realizado no dia 07 de agosto no auditório da FAPESP em São Paulo. O curso contou com a presença de cerca de 180 participantes, representando 77 periódicos de diferentes áreas do conhecimento. [Leia mais]
Resultados de ensaios clínicos não publicados distorcem a pesquisa médica
A iniciativa ClinicalTrials.gov foi criada com o propósito de estabelecer uma plataforma para registro de informação sobre ensaios clínicos conduzidos pela iniciativa pública (institutos de pesquisa e agências governamentais) e privada (companhias farmacêuticas). Recente estudo publicado no New England Journal of Medicine, entretanto, mostra um cenário preocupante. A despeito da obrigatoriedade de registrar os ensaios clínicos em uma base de acesso público, uma fração reduzida dos mesmos é publicada em periódicos científicos, comprometendo a transparência e aplicabilidade das descobertas. [Leia mais]

Ciência e Saúde Coletiva dedica número sobre a importância de periódicos de saúde coletiva editados no Brasil

O periódico Ciência e Saúde Coletiva celebra 20 anos de publicação ininterrupta e relevante contribuição à Saúde Pública e Coletiva nacional, regional e internacional. O número temático de julho de 2015 homenageia as publicações brasileiras de maior destaque e traça um panorama do desenvolvimento da área, ao subsidiar cientificamente a construção do SUS. [Leia mais]
Publicação Científica: A transição para o Acesso Aberto passa pela Holanda
As negociações entre as universidades holandesas (VSNU – Associação de Universidades Holandesas) e três grandes editoras (Springer, Wiley e SAGE) se encontram concluídas e foram feitos passos significativos para incluir o acesso aberto nas negociações com os editores. Com a Elsevier, no entanto, as negociações estão em um impasse, de acordo com o VSNU. Eles pediram um boicote, mas a verdadeira questão é, sem dúvida, porque a Elsevier, a maior editora acadêmica, além de ser holandesa (!), não pode fazer – ou não fará – o que outras grandes editoras podem – e farão. Não tenho resposta para isso, mas na tentativa de esboçar a situação com algum detalhe, espero poder acrescentar alguma clareza. O resultado das negociações certamente irá influenciar outros países. [Leia mais]
Nota de repúdio ao artigo “Is SciELO a Publication Favela?” de autoria do Sr. Jeffrey Beall
Editores de periódicos assinam nota de repúdio à tentativa do Sr. Jeffrey Beall de depreciar gratuitamente a imagem exitosa do SciELO. Leia a nota aqui: http://peloscielo.org/. [Leia mais]
Acesso aberto na América Latina: um modelo para o resto do mundo [Publicado originalmente no blog da SPARC]
Manifesto assinado por acadêmicos e representantes de sociedades pró-acesso aberto publicado no portal da Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition – SPARC, repudia as ideias defendidas por Jeffrey Beall que desqualificam o SciELO (e também Redalyc) a favor do controle dos periódicos pelas grandes editoras comerciais. O manifesto expressa que o acesso aberto na América Latina é exemplar. [Leia mais]
Jeffrey Beall e as listas negras
Jeffrey Bell, o autor da lista de editoras e periódicos predatórios, manifesta amplamente sua opinião desfavorável ao movimento de acesso aberto em geral e a publicação acadêmica em países em desenvolvimento. Seu mais recente ataque foi dirigido ao SciELO, que denominou em seu blog “a favela das publicações” em mais uma triste tentativa de desmerecer tanto o acesso aberto como o a publicação científica do mundo em desenvolvimento. Suas opiniões são pessoais, infundadas e preconceituosas, e não merece crédito algum. [Leia mais]
Moção de repúdio ao ataque classista do Sr. Jeffrey Beall ao SciELO
Pelo Fórum de Editores de Revistas de Saúde Coletiva e Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). [Leia mais]
A área cercada da ‘boa’ vizinhança da publicação de Jeffrey Beall
Jeffrey Beall, bibliotecário da Universidade de Colorado, descreve o SciELO como a ‘favela das publicações’ e as editoras comerciais como a ‘boa vizinhança das publicações acadêmicas’. A única maneira de entendermos isso é considerando suas atitudes anti-acesso aberto, anti-subvenções e anti-não-ocidentais, que são tão claramente visíveis em seus textos. É uma pena que um bibliotecário de uma universidade – exceto por este motivo – respeitável pense assim. Ele está errado, e isso tem de ser exposto. [Leia mais]
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